sábado, 16 de maio de 2009

A ESCOLHA ( Parte 2 )



A escolha ao mesmo tempo que pode abrir os horizontes do " ser ", convicto do que é justo, e do que precisa " fazer ", direcionado para o bem. Por outro lado também pode abrir os horizontes da dúvida, da inconstância, do egoísmo e do orgulho apoiado tão somente na razão. Esse tipo de escolha pode gerar a injustiça. Diante disto a impressão que temos é: O ser humano por si só não conseguirá fazer uma boa escolha sem que primeiro faça uma avaliação de quem ele mesmo é. Sobre isto, a quem diga que não sabemos de onde vinhemos, nem para onde iremos, que não sabemos certificar quase nada sobre o que é futuro, então, tudo que se sabe sobre isto é quase uma incognita. Não necessitamos ir muito longe, basta percorer a distância de 3 horas a nossa frente e nos daremos conta de que não sabemos certificar que irá acontecer nesse curto espaço de tempo. Sendo assim, admitimos ou não que somos vitimas do " inesperado "? Será que não nos sentimos inseguros? Será que estamos firmados na rocha, inconfudiveis e inabalaveis no que diz respeito a nossa estrura fisíca, financeira e emocional? Podemos se quiser-mos admitir nossa capacidade humana, a isto dizer, que o passado nós o supervisionamos e o manipulamos, até do presente podemos assim dizer, porém o futuro humanamente falando não passa de uma hipótese, não seria se fôssemos onisciêntes. O futuro em curto ou longo espaço de tempo mesmo sendo projetado, avaliado e estudado, continua preso ao universo de uma simples palavrinha, " será ". Talvez nós nos perguntemos: Como e quando obteremos uma certeza sobre ele? Ou pelo menos alguém nos oriente e nos faça enxergar quais objetivos para existência? Para que possamos trilhar o caminho certo

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