
Bem, sabemos que todo discípulo teve um mestre, isto nos transmite um critério. Bem como todo mestre almeja fazer um discípulo. Sabemos também que uma tese pode ter nascido de outras teses, e que uma idéia pode ter nascido de outras idéias. Um mestre um dia foi aquele discípulo, aceitaria você a hipótese de que há mestres para o bem e, mestre para o mal? Não nos pesa nada argumentar sobre as duas matrizes citadas. Afinal de contas, inevitavelmente existe o bem e existe também o mal e o caracterizamos como parte integrante do universo físico e espiritual do ser humano. Também podemos dizer que o bem e o mal são dois caminhos, e ainda, são duas formas de conduta, nesse aspecto entendemos que todo ser humano possuem um pouco de cada um, ou, é mais natural dizer que vivemos a prática do bem, somos do bem! Entretanto sentimos que a prática do mal também de alguma forma faz parte de nós, em algum momento ele é o elemento antagônico em nossa natureza, e por incrível que pareça não temos total domínio ou controle sobre ele.
Muitas vezes o bem que queremos fazer não conseguimos, é como que algo nos prende, mas, o mal que não queremos esse é mais fácil, e fazemos. Isto é uma tendência, uma deficiência, ou um domínio? Será uma espécie de programa instalado em nós? Que funciona de maneira automática? Como foi isso instalado ou desenvolvido? Por onde e como isso pôde acontecer? Bom, vivendo entre estes dois pólos, sou quase que obrigado aceitar a idéia de que: Por si só não somos cofiáveis, não possuímos o verdadeiro caráter, é isso? Será que somos assim? Somos capazes de amar alguém num tipo um tipo de amor ao nsso jeito e, esse mesmo alguém se tornar o alvo do “nosso ódio “? Ou iremos desconsiderar totalmente essas suposições? A prática do bem começa em nossa mente, a prática do mal também, e todos os órgãos dos sentidos os transmitem, a tal ponto que alguns seres humanos se tornam a personificação do mal. Bem como ao detecta-lo, expurgando-o, dominando-o tornar-se de fato a personificação do bem e de Deus
Muitas vezes o bem que queremos fazer não conseguimos, é como que algo nos prende, mas, o mal que não queremos esse é mais fácil, e fazemos. Isto é uma tendência, uma deficiência, ou um domínio? Será uma espécie de programa instalado em nós? Que funciona de maneira automática? Como foi isso instalado ou desenvolvido? Por onde e como isso pôde acontecer? Bom, vivendo entre estes dois pólos, sou quase que obrigado aceitar a idéia de que: Por si só não somos cofiáveis, não possuímos o verdadeiro caráter, é isso? Será que somos assim? Somos capazes de amar alguém num tipo um tipo de amor ao nsso jeito e, esse mesmo alguém se tornar o alvo do “nosso ódio “? Ou iremos desconsiderar totalmente essas suposições? A prática do bem começa em nossa mente, a prática do mal também, e todos os órgãos dos sentidos os transmitem, a tal ponto que alguns seres humanos se tornam a personificação do mal. Bem como ao detecta-lo, expurgando-o, dominando-o tornar-se de fato a personificação do bem e de Deus
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